14-22 JULHO - TOUROS/RN

XL

ENEGEO

PRAIA DE TOUROS

QUANDO /

14-22 Julho, 2018

AONDE /

Município de Touros, Resort Paraíso do Brasil.

CONVITE DA COMISSÃO /

Olá jovens carismáticos! A comissão organizadora convida a todos para o evento mais esperado do ano! O ENEGEO ocorrerá entre os dias 14 a 22 de julho de 2018 na praia de Touros/RN, que esta localizada a 90 Km de natal. 

PROGRAMAÇÃO /

14.07  

7:00 - INÍCIO DO CADASTRAMENTO E RETIRADA DOS KITS 

15.07

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17.07

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GEOLOGIA DE TOUROS

FISIOGRAFIA

Clima

O tipo climático representativo da região que inclui a Folha Touros, segundo a classificação de Köopen, é o AS’ – clima tropical com chuvas. Este tipo é caracterizado por duas estações bem definidas, sendo quente no verão e chuvoso no outono e inverno (março a julho), estendendo-se da região do litoral do Rio Grande do Norte até a Bahia (Andrade, 1967). Além do tipo climático AS’, o tipo BSh também exerce influência sobre a área de estudo, dominando o sertão nordestino e chegando até a costa na região a norte de Touros - RN. Este clima tem características de clima quente e seco, com estação chuvosa no verão, precipitação média anual inferior a 1.000 mm/ ano com chuvas irregulares e médias térmicas anuais superiores a 25°C (Nunes, 1987). Walle (2006), ao descrever o estado do Rio Grande do Norte, explica que durante todo o ano a temperatura se mantém constante, com uma pequena oscilação de 6°C a 10°C acima ou abaixo da média normal, que é de 26°C, sendo de 32°C a temperatura máxima do litoral. Os ventos predominantes na área em questão correspondem aos alísios de sudeste.  Hidrografia 

Bacias Hidrográficas A Folha Touros engloba as áreas das Bacias Hidrográficas Boqueirão, Punaú, Maxaranguape, nas Faixas Litorâneas Norte e Leste de escoamento difuso (Rio Grande do Norte, 2009). Os rios apresentam orientação oeste-leste desaguando no litoral oriental no Oceano Atlântico. Conforme Salim et al. (1974) as serras, os morros-testemunhos e os cursos dos rios principais da faixa costeira leste do Rio Grande do Norte (desde Touros até a fronteira com o Estado da Paraíba) mostram um alinhamento em conformidade com o padrão estrutural regional, o que revela que o relevo desta área está muito correlacionado com a tectônica. 

Cobertura Vegetal

A vegetação do litoral ou região justa marítima depende intimamente da natureza do substrato e da fisiografia. A geomorfologia associada a este tipo de ambiente apresenta-se condicionada pela ação das águas do mar e dos ventos constantes; e a vegetação, por isto, varia enormemente. Rizzini (1997) ao descrever o ambiente costeiro trata sobre o processo de formação das praias, das dunas móveis e das dunas posteriores (sentido oceano-continente), as quais segundo ele estão fixadas pela vegetação, formando grandes planícies arenosas com vegetação arbóreo-arbustiva. O IDEC (1994) realizou o mapeamento da cobertura vegetal nativa do Litoral Oriental do Rio Grande do Norte, no qual foi possível identificar as seguintes coberturas: Mata Atlântica (mata de dunas litorâneas ralas e abertas; mata subcaducifolia densa a rala de tabuleiros; mata de dunas litorâneas densas e mata ciliar), e ecossistemas associados (manguezal e tabuleiro litorâneo). Os fragmentos e remanescentes da Mata Atlântica apresentam grande importância de cunho ecológico para a região litorânea, por seu papel de captação e proteção hídrica, por abrigar fauna e flora autóctones, com espécies endêmicas raras ou em vias de extinção, como: orquídea (Catfleya sp), a sucupira (Bowdichea virgilioides), sebastiana (Aspilea procumbens), o jatobá (Hymenacea sp), o macaco guariba (Alonatta belzebril), a maçaranduba (Manilkaraaf Amazonica), o pintor verdadeiro (Tangara fastuosa), o pau-brasil (Caesal pineaechinata), entre outras (IDEC, 1994). Ao subdividir o litoral arenoso, de acordo com os aspectos fisiográficos, em praias, antedunas e dunas (móveis - semifixas e fixas), Rizzini (1997) associa, a cada um destes ambientes, uma vegetação correspondente. Então, na praia, parte vizinha ao mar que está sujeita a inundações diárias pelas marés altas, não há plantas instaladas; a anteduna, faixa entre o limite da maré alta e o início das dunas, é ocupada por espécies halófitas e reptantes, das quais a Philoxerus (Iresine) portulacoides é a mais típica, ocorrendo também a Alternanthera maritima, Sesuvium portulacastrum, Mikania cordifolia, Remirea marítima, Hydrocoty leumbellata, Ipomoeapescaprae, e os capins: Panicum racemosum, Sporobolus virginicus e Paspalum vaginatum; na porção distal das dunas, próximo das dunas, sobrevém uma faixa transicional que abriga psamófitos reptantes, tais como: H. umbellata, I. pes-caprae, I.littoralis (flor alva), Canavalia obtusifolia, Acicarpha spathulata, Sophora tomentosa e raras outras; as dunas móveis ou semifixas apresentam a vertente de barlavento, em geral, despida de vegetação ou com vegetação rala de baixo potencial para fixar o substrato, o qual se torna vulnerável ao transporte eólico; a uma certa distância da praia vão surgindo as plantas que são xerófilas e rastejantes ou de pequenas dimensões como: os capins Panicum racemosum, Cenchrus pauciflorus, Paspalum maritimum, e Stenota phrum secundatum, Canavalia obtusifolia, Vignaluteola, Diodia radula, Oxypeta lumtomentosum, Sophora tomentosa, Dalbergia hecastophyllum (todos reptantes), Polygala cyparissias, Hybanthus ipecacuanha, Acicarpha spathulata, Kalanchoe brasiliensis, Hippeastrum sp., Epidendrum mosenii, Stachytarpha sp., além de cactáceas (Pilosocere usarrabidae e Cereus pernambucensis) (Rizzini, 1997).

GEOLOGIA REGIONAL

Conforme exposto por Almeida et al. (1977) e Almeida & Hasui (1984), as rochas localizadas no extremo Nordeste do Brasil foram divididas nas Províncias Borborema e Costeira. A Província Borborema corresponde ao segmento crustal de uma extensa faixa sobre a qual ocorreram intensos ciclos orogenéticos, enquanto que a Costeira é notada pelas bacias sedimentares desenvolvidas no mesmo tempo em que se deu a abertura do Atlântico. A Província Costeira é representada por rochas sedimentares cretáceas das Bacias Potiguar e Pernambuco-Paraíba e rochas ígneas associadas. Sendo a primeira, uma típica bacia sedimentar rifte de margem passiva, cujo processo de sedimentação iniciou-se no Mesozoico e se prolongou de modo quase contínuo até o Terciário (Nogueira, 2008). No início desta evolução, instalaram-se nas fraturas de direção aproximadamente E-W (originadas como consequência de esforços extensionais associados à formação do Oceano Atlântico) enxames de diques diabásios e basaltos de afinidade toleítica, de idade entre 140 a 120 Ma, conhecido como Enxame de Diques Rio Ceará Mirim (Gomes et al. 1981), cuja ocorrência se dá por toda a borda sul da bacia, seccionando indistintamente todas as litologias pré- cambrianas. Na porção nordeste do Rio Grande do Norte, as rochas sedimentares cretáceas que afloram estão sobrepostas, de modo discordante, em relação às rochas do embasamento Pré-Cambriano. Estas rochas são caracterizadas por uma unidade arenítica basal, denominada de Formação Açu, e outra calcária (topo), denominada de Formação Jandaíra, com intercalações areníticas (Araripe & Feijó, 1994).

 EMBASAMENTO CRISTALINO

Com base em dados de subsuperfície (perfis litológicos e prospecção geofísica) e outros dados geológicos observados em afloramentos que circundam a região de Touros, Costa & Salim (1972) descrevem o embasamento como complexo cristalino, constituído por rochas plutônicas de epizona e catazona de composição granítica e granodiorítica, compostas na maioria de quartzo, biotita e feldspato. Fraturamento com direção leste-oeste foi constatado em pesquisa geofísica na região de Touros, ocorre, preenchendo fraturas nestas rochas intrusivas de composição básica (Salim et al. 1974). Nos trabalhos de campo executados pela equipe não foram verificados afloramentos do embasamento cristalino. 

O MESOZOICO 

A BACIA POTIGUAR

A Bacia Potiguar está localizada no extremo leste da Margem Equatorial Brasileira. No Estado do Rio Grande do Norte está situada a maior porção (área) desta Bacia, porém, ela também alcança o Estado do Ceará. O embasamento cristalino marca o limite geológico sul e oeste desta bacia, a qual se estende para norte até a isóbata de 2.000 m. A bacia abrange uma área de aproximadamente 48.000 km², sendo que 21.500 km² (45%) encontram-se emersos e 26.500 km² (55%) submersos (Pessoa Neto et al. 2007). (Figura 2.1) Os primeiros estudos desenvolvidos nesta bacia remontam ao século XIX (Burlamaqui, 1855; White, 1887). Kreidler & Andery (1949) realizaram o primeiro mapeamento geológico sistemático, no qual subdividiram o Grupo Apodi em Arenito Açu, correspondendo a clásticos basais e ao Calcário Jandaíra. A partir da década de 80, a PETROBRAS promoveu uma intensificação dos trabalhos de prospecção nesta Bacia, o que colaborou para o aprofundamento teórico e entendimento de sua evolução. De acordo com Araripe & Feijó (1994), a Bacia Potiguar foi organizada em 3 grupos de rochas: o Grupo Areia Branca, que reúne as formações Pendência, Pescada e Alagamar, de conteúdo dominantemente clástico; o Grupo Apodi englobando as formações Açu, Jandaíra, Ponta do Mel e Quebradas, clásticos com a presença crescente de carbonatos; e o Grupo Agulha composto pelas formações Ubarana, Guamaré e Tibau, compostas por clásticos carbonáticos de alta e baixa energia. Pessoa Neto et al. (2007) consideram que a Bacia Potiguar apresenta três subsequências estratigráficas: uma Supersequência Rifte, depositada no Cretáceo Inferior, que é representada pelos depósitos flúvio-deltaicos e lacustres das formações Pendência e Pescada (Berriasiano/EoAptiano); uma Supersequência Pós-rifte, depositada durante o Andar Alagoas, caracterizada pela deposição de uma Sequência flúviodeltaica, com os primeiros registros de ingressão marinha (Formação Alagamar); e uma Supersequência Drifte, depositada entre o Albiano e o Recente, marcada por uma sequência flúviomarinha transgressiva (Formações Açu, Ponta do Mel, Quebradas, Jandaíra e Ubarana), recoberta por uma sequência clástica e carbonática regressiva (formações Ubarana, Tibau e Guamaré). Para Nunes (1987), os sedimentos mesozoicos da Bacia Potiguar, próxima a região de Touros, são compostos por sedimentos cretáceos, que apresentam discordância litológica e erosional com as rochas do pré-cambriano. Este mesmo autor considera que as formações Açu e Jandaíra detêm íntima relação temporal e litológica com as formações Maria Farinha e Beberibe, as quais estão situadas na bacia Pernambuco-Paraíba. Estas duas unidades da sequência mesozoica estão posicionadas da base para o topo em: Formação Açu - arenitos de granulometria grossa a média, de coloração esbranquiçada às vezes avermelhada; e Formação Jandaíra – calcários diversos com intercalações areníticas (Nunes, 1987). 

O CENOZOICO

Nunes (1987) ao considerar a região que engloba a Folha Touros, subdividiu os sedimentos cenozoicos em dois grupos: o Grupo Barreiras, e os Sedimentos Recentes, que englobam Depósitos Praiais Sub-recentes, Depósitos Praiais Recentes, Depósitos Dunares e Depósitos Aluvionares. A evolução tectônica cenozoica da porção leste da Bacia Potiguar, conforme Nogueira (2008) pode ser descrita em dois estágios principais ocorridos desde o final do Campaniano, sendo o primeiro, controlado pelo campo de tensões com σ1 sub-horizontal, orientado conforme a direção N-S, e σ3 sub-horizontal com direção E-W. O início deste evento ocorreu no período Pós-Campaniano, o qual diz respeito ao final da deposição dos carbonatos da Formação Jandaíra na Bacia Potiguar, produzindo falhas de direções NESW e NW-SE, de cinemática transcorrente sinistral e dextral, respectivamente. Tal acontecimento foi anterior a deposição dos sedimentos do Grupo Barreiras (Lima, 2008) e a sedimentação das demais unidades cenozoicas depositadas ao longo do litoral leste do estado do Rio Grande do Norte. Este estágio tem seu fim durante o Mioceno, ainda sob influência do campo de tensão N-S, ocorrendo ao mesmo tempo da deposição do Grupo Barreiras, produzindo às falhas características sin-sedimentares (Nogueira et al., 2006). Esta característica é evidenciada pela mudança de espessura do Grupo Barreiras ao longo de falhas de crescimento. No segundo estágio o campo de tensão com σ1 E-W sub-horizontal e σ3 N-S sub-horizontal controlou a deformação que agiu na faixa leste da Bacia Potiguar. Este campo reativou falhas de direções NE-SW e NW-SE de cinemática transcorrente dextral e sinistral, respectivamente, com uma componente distensiva. Outra conclusão importante é que este campo de tensões, aqui considerado como neotectônico, coincide com o campo de tensões atuais. Para Nogueira (2008) as unidades cenozoicas, que compõem a Bacia Potiguar, são representadas pelo Grupo Barreiras, Rochas Supra Barreiras, Beachrocks, Depósitos de Dunas Fixas e Móveis, Depósitos Praiais Atuais e Depósitos Aluvionares.

GEOMORFOLOGIA

Andrade (1967) ao tratar da geomorfologia do Nordeste elabora um esquema que subdivide esta região em três sub-regiões: Meio-norte (compreendendo os estados do Maranhão e do Piauí); o Nordeste Oriental (compreendendo os Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas); e a porção meridional (compreendendo Sergipe e Bahia). O Nordeste Oriental por sua vez foi subdividido em duas porções: Setentrional (ao norte do Cabo de São Roque) e Oriental (entre Cabo de São Roque e o Rio São Francisco); esta subdivisão é devida às diferentes características concernentes a cada uma destas porções. Na porção Setentrional verificam-se as costas baixas de praias arenosas e com dunas migrantes, já na porção Oriental, além das costas arenosas de dunas, surgem outros tipos de costas, como as costas altas de barreiras argilosas que formam falésias, costas de mangues e costas de recifes de arenito e de coral. Cunha et al. (1990), elencou as seguintes Unidades Geomorfológicas no setor costeiro Maxaranguape-Touros/RN: planície de deflação, dunas móveis, dunas fixas (cordões e corredores interdunares), superfície de aplainamento, vales (vertentes, planície de inundação e terraços), lagoas e falésias. Nunes (1987) em estudos situados entre a foz do rio Maxaranguape, no município de Maxaranguape/RN, e a Ponta do Calcanhar, em Touros/RN, subdivide geomorfologicamente esta região em: superfície de aplainamento, formas litorâneas (englobando dunas, planície de deflação, falésias, recifes, estuários e estirâncio) e vales fluviais e lacustres. Em análise sobre imagens de satélite e fotografias aéreas verticais e oblíquas juntamente como estudos de campo realizados no município de Natal e em áreas circunvizinhas, Diniz (2002) identificou três superfícies geomorfológicas distintas edificadas em áreas de dunas, a saber: (i) as superfícies primárias, mais amplas, menos onduladas e com declividades mais suaves, na maioria das vezes com cobertura vegetal mais efetiva, constituídas pelas dunas mais antigas, que por vezes adentram o continente até cerca de 18 km; (ii) as superfícies secundárias, ocasionalmente encontradas entre as superfícies primárias e as terciárias, com área de ocorrência inferior às primeiras, mais acidentadas, muitas vezes atingindo altitudes superiores aos 80m, com corredores interdunares bem definidos e cobertura vegetal densa; e (iii) as superfícies terciárias, constituídas essencialmente por dunas recentes que se apresentam sobrepondo as dunas mais antigas, de topografia variando de pouco a muito ondulada e desprovidas de cobertura vegetal. Em sua análise, Diniz (2002) afirma que tanto as superfícies primárias como as secundárias estão sujeitas ao retrabalhamento, com a remobilização das dunas mais antigas e formação de dunas recentes e por isso a distinção destas superfícies é difícil, seja pela ausência de algumas delas, seja por não apresentarem características muito evidentes. As dunas constituem as feições mais presentes na área da Folha Touros, recobrindo sua maior extensão. Elas serão descritas e discutidas, ao longo do texto, à medida que se torne necessitário.  As unidades descritas na área de trabalho são coberturas do Neógeno e Paleógeno, suas descrições sumárias são apresentadas a seguir. Posteriormente, ao longo do texto, estas unidades serão descritas mas detalhadamente.

NEÓGENO (N)

Depósitos Litorâneos Praiais - N4lp: são coberturas quartzosas com granulação variando de areia muito fina a cascalho fino, com predominância das frações areia muito fina e areia fina; bioclastos dispersos em forma de rodolitos e concentrações esporádicas de minerais pesados em placers. Depósitos eólicos litorâneos não vegetados - N4eln: correspondem a areias quartzosas bem selecionadas com grãos arredondados, de coloração branca a avermelhada, quando os grãos estão adsorvidos por óxido de ferro. Granulação de areia muito fina a muito grossa com mais de 60% na fração areia grossa. Compõem as dunas e formas correlatas. Depósitos eólicos litorâneos vegetados - N4elv: são areias quartzosas bem selecionadas e grãos arredondados, de coloração branca a avermelhada (presença de óxido de ferro). Rico em matéria orgânica no horizonte superficial vegetado, quando apresenta coloração cinza até marrom. Depósitos aluvionares de canal - N4ac: são representados por areias quartzosas com granulação na fração areia fina a areia muito grossa. Presentes nas margens dos canais fluviais mais importantes. Depósitos fluviolacustrinos - N34flc: constituem sedimentos finos (areias finas, siltes e argilas) escuros, contendo matéria orgânica vegetal decomposta e bioclastos dispersos; ocasionalmente areias grossas em algumas lagoas. Depósitos arenosos - N4ar: são coberturas inconsolidadas arenosas a arenoargilosas, além de areias médias a grossas. Em alguns locais específicos, podem apresentar fragmentos de quartzo e\ou seixos de arenito, ambos remobilizados. PALEÓGENO/NEÓGENO (EN)

Grupo Barreiras - ENb: neste caso predominam conglomerados e arenitos ferruginosos, com cores variadas, friáveis (mais frequentemente) ou silicificados; também apresentam intercalações de siltitos e argilitos.

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REFERÊNCIAS

Amaral, Ricardo Farias do (Org.)

Geologia e Recursos Minerais da Folha Touros SB.25-V-C-II Escala 1:100.000. Estados do Rio Grande do Norte. / Ricardo Farias do Amaral [et al.]. - Recife: CPRM - Serviço Geológico do Brasil / Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2014. N.P il. + mapas ISBN 978-85-7499-321-8 Programa Geologia do Brasil - PGB.

 

Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil.

1.Geologia Regional 2. Mapeamento Geológico. 3. SIG 4. Brasil 5. Rio Grande do Norte I. Silva, Francisco Oliveira da. II. Fonseca, Vanildo Pereira da. III. Nogueira, Francisco Cezar Costa. IV. Malta, Júlia Varella V. Fernandes, Lucyanno dos Reis. VI. Paiva, Hanyel Pessoa. VII. Título

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